Qual a probabilidade de um amor à primeira vista?

Ah eu adoro resenhar livro, amo falar sobre as minhas leituras. E, hoje, começo do mês das férias eu tenho um livro ótimo pra você que vai viajar. Sabe aquela viagem cansativa, que parece que nunca mais vai terminar, que dá a impressão de que você está indo pra Marte? Então, essa dica de leitura de hoje é pro tempo passar mais rápido, afinal tempo é relativo.

E se? Três letrinhas com o peso das decisões. E se você pegar o metrô e não o ônibus? Sorrir para um estranho ou abaixar o rosto? E se Hadley tivesse saído de casa mais cedo? Quatro minutos. Duzentos e quarenta segundos. Por conta desse pequeno imprevisto cronológico, ela perde o voo. Mas encontra seu destino. Quem pode dizer que isso não faz parte de algum plano cósmico?

Quando acorda naquela manhã, Hadley só pensa que aquele será o pior dia de sua vida. Sim, ela vai para Londres. Sim, a cidade parece ser tudo o que os folders de turismo prometem. Mas o que a espera ao aterrissar em Heathrow não é a guarda da rainha. Nem o alegre badalar do Big Ben. É o fim de sua família. O novo casamento do pai – com uma sofisticada inglesa -, em meio a novos amigos, outros parentes. Uma vida sem ela.

Com o excesso de bagagem afundando seu coração, ela espera outro avião. E acaba conhecendo Oliver, um britânico com sotaque sexy lindo que a ajuda com a mala. Tanto física quanto a emocional. Num golpe de sorte, acaso, fatalidade ou fortuna, ele ocupa o assento ao lado. E ambos cruzam o oceano Atlântico discutindo o futuro, sentimentos, Dickens, literatura, o estofo das nuvens. Ou dos sonhos.

Mas depois de chegar a solo inglês, cada um segue seu rumo. Afinal, o que são algumas horas em meio à turbulência e ao péssimo serviço de bordo? Oliver e Hadley têm muito mais com que se preocupar do que o que declarar à aduana. Tudo não passou de um encontro fortuito, certo? Não trocaram telefones… Qual a probabilidade de se encontrarem de novo? Afinal, qual a probabilidade de terem se apaixonado… à primeira vista?

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A história toda se passa em 24 horas e a autora, Jennifer E. Smith, conseguiu contar a história sem ficar muito clichê e sem ficar cansativo e, apesar de ser curta, quando acaba não ficamos com aquela sensação de algo faltando, tudo se resolve no tempo certo. É narrado em terceira pessoa e com capítulos divididos em horas, o que é super legal, porque assim a gente sabe em que parte do dia está. Embora o foco seja o romance, a relação de Hadley com o pai recebe bastante destaque.

O livro me lembrou as histórias da Meg Cabot, onde a gente sempre suspira pelo par romântico. E só da autora ter colocado que o Oliver (suspiros) tem sotaque britânico já é motivo pra se apaixonar. Porque Oliver é apaixonável.

“A história de Oliver e Hadley mostra que o amor, diferentemente das bagagens, jamais  se extravia.”

Pra quem acredita em destino é a história certa. E pra quem acredita em amor à primeira vista também. Mas se você é igual a mim e não acredita nisso, o livro também é pra você rs. Acho que não existe amor à primeira vista, porque o amor é algo que você constrói, amor é algo mais concreto, que precisa de duas partes para se solidificar. Acredito sim, em paixão à primeira vista e que pode sim, virar amor.

Mas e você, acredita em amor à primeira vista? Quais são as chances de algo tão impressionante assim acontecer? Qual a probabilidade estatística do amor à primeira vista? Responde pra mim aqui embaixo.

♥•♥

Bom final de semana

xoxo

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