Um pequeno herói num grande filme

Dr. Hank Pym (Michael Douglas), o inventor da fórmula/ traje que permite o encolhimento, anos depois da descoberta, precisa impedir que seu ex-pupilo Darren Cross (Corey Stoll), consiga replicar o feito e vender a tecnologia para uma organização do mal. Depois de sair da cadeia, o trambiqueiro Scott Lang (Paul Rudd) está disposto a reconquistar o respeito da ex-mulher, Maggie (Judy Greer) e, principalmente, da filha. Com dificuldades de arrumar um emprego honesto, ele aceita praticar um último golpe. O que ele não sabia era que tudo não passava de um plano do Dr. Pym que, depois de anos observando o hábil ladrão, o escolhe para vestir o traje do Homem-Formiga.

A gente sabe que a Marvel está destruidora nesses últimos tempos, seus filmes baseados nos HQ’s tem sido motivo de sessões abarrotadas. Só esse ano tivemos três grandes produções, muita guerra, muita ação, muitos efeitos especiais… rs, mas até 2020 tem mais, muuiiito mais. Porém antes de curtir esse monte super heróis hiperativos, que tal um filme mais leve?

É isso que traz a adaptação do Homem-Formiga, de Peyton Reed, que assim como todos os filmes da Marvel tem a sua pitadinha de comédia, só que diferente dos outros, essa é uma comédia à moda antiga.

Chamar o Homem-Formiga de pequeno grande herói é um tanto quanto clichê, até porque o filme ultrapassa qualquer rótulo. Mas é um pequeno grande filme porque não tem destruições em massa, cenas de combate exageradas, e o tipo de drama retratado é o familiar (por incrível que pareça), as cenas de ação são literalmente pequenas e que se dão num quarto de criança rs. Falando assim, até parece que o filme é meio bobo, mas é que depois de quase morrer com tantos personagens e cidades flutuando (oi, Vingadores), tudo o que a gente precisa é de um anti-herói, uma heroína, um vilão e nenhuma grande aspiração.

bicha, a senhora está destruidora

Paul Rudd está um broto 🙂

Mas eu também preciso deixar registrado aqui que no 3D, em cenas que brincam com a nossa mente no que diz respeito a escalas, ficam extremamente interessantes. E uma das últimas cenas, gente do céu, é de tirar o fôlego. E vale lembrar que a personagem feminina vem fortíssima.

Nem preciso dizer que precisa ficar até fim dos créditos, né?

xoxo

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