It’s trend: moletom com saia midi

A gente sabe que bateu aquele vento gelado, o moletom já está na mão e há boatos de que no inverno desse ano ele vem com tudo e assim a moda street vai ganhando cada vez mais espaço no nosso armário e no nosso coração… eu sou suspeita porque se tem uma coisa que vai bem nesse frio aqui de Curitiba é o tal do moletom.

As cores neutras ainda são sucesso, mas escolher aqueles com um toque divertido é sair da zona de conforto… se bem que o moletom já é a zona de conforto, mas longe de não ser glamouroso se a gente adicionar renda, brilho e um salto (por que não?!)

E pra nós que usamos saias midi e a amamos, não vejo porque não usar com moletom, até porque a nossa moda é a gente quem faz. Let’s see:

Não dá pra negar que o moletom é mais do que uma peça de ficar em casa naquele dia chuvoso. Ainda bem que descobrimos um jeito de usar com salto e saia-nossa-de-cada-dia.

That’s all!

xoxo

Um clássico por mês: seis motivos para ver O Poderoso Chefão

Esse ano eu pretendo fazer um projeto de mim para mim mesma. É simples, vou assistir pelo menos um filme clássico por mês. Serão doze filmes que eu vou escrever sobre aqui e vou dar seis motivos de por que assistir, mas provavelmente vou assistir mais que isso. Eu já os escolhi, mas é claro que isso não me impede de mudar no meio do caminho, e eles estão selecionados entre a minha lista pessoal, de referências em séries que eu vi e listas alheias, tem vários do século passado e pelo menos uns dois desse em que vivemos. E pra começar, eu escolhi o clássico dos clássicos, o topo de qualquer lista sobre melhores filmes de todos os tempos: O Poderoso Chefão.

Baseado no romance homônimo, de 1969, de Mario Puzo, ele segue a vida de Michael Corleone enquanto ele se transforma no implacável Don.

1 Francis Coppola e Mario Puzo criaram um roteiro tão complexo, com vários personagens importantes e muito bem desenvolvidos e amarram todas as pontas com uma perfeição, e só isso já é um motivo suficiente.

2 Tem diálogos tão incríveis, com frases geniais e memoráveis, como a dita por Vito Corleone e que Michael repetiu ao longo de toda trilogia “I’m going to make him an offer he can’t refuse.” (Eu vou fazer uma proposta que ele não poderá recusar).

3 Eles até podem ser mafiosos, mas sempre vão levar em conta os valores da família. A comida preparada pela esposa é tão importante quanto cumprir uma ordem do chefe da máfia.

4 A atuação de Marlon Brando como Don Vito Corleone é lendária. Com menos de 50 anos na época, ele conseguiu um perfeito senhor de idade já no fim da vida, através das bochechas inchadas, do olhar cansado, da sobrancelha cerrada e da voz rouca. O que lhe rendeu o Oscar de Melhor Ator.

5 E o que falar da atuação de Al Pacino? Coppola comprou uma verdadeira briga com os chefões da Paramount pra colocar ele como Michael Corleone, que no começo não quer se envolver nos negócios da família e se torna em uma pessoa extremamente confiante e respeitada. Al Pacino é muito competente na árdua tarefa de contracenar com um monstro sagrado como Marlon Brando

6 Venceu o Oscar de 1973 nas categorias de Melhor Roteiro Adaptado e Melhor Filme. E ainda inspirou praticamente todos os filmes de gângster que vieram a seguir.

As três horas do primeiro filme são é pouco!

xoxo

A Rainha da Fofoca, Meg Cabot

Eu sinceramente espero que enquanto as aulas não voltam eu consiga manter um ritmo legal de postagens. Porque na real mesmo eu adoro escrever e quando não o faço sinto um vazio… mas sei lá, deve ser só fome mesmo haha

Então hoje eu quero escrever sobre um livro que me tirou o folêgo e enquanto eu não acabei com ele, eu não sosseguei. Foram pelo menos umas vinte horas lendo, parando só pra comer. Me prendeu de um jeito que eu nem sei. Meg Cabot fez um trabalho tão incrivel nesse livro, que ela tem o dom da escrita ninguém pode negar né. A Rainha da Fofoca foi um dos melhores livros que eu já li na vida (e eu já li muito livro), com ritmo frenético, diálogos bem construídos, em nenhum momento (pelo menos não que eu tenha visto ou que eu me lembre agora) teve baixa na história.

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A história é a seguinte: Lizzie Nichols tem um problema, ela simplesmente não consegue fechar a boca, tem a língua solta, e sempre fala mais do que devia. Mas mesmo assim ela acha que tudo vai dar certo assim que pegar o diploma da faculdade, então ela irá pra Londres e curtirá as férias com um namorado britânico que ela conhece há três meses. Só que é claro que as coisas não saem como planejadas, ela tem que fazer uma monografia pra poder se formar e é só pisar em solo britânico pra perceber que o namorado não é tudo aquilo que ela achava que fosse. E então ela está presa num país estranho com uma passagem que nem dá pra ser trocada.

Só que ainda bem que ela tem uma melhor amiga que é melhor coisa que ela poderia ter: Shari. Que está no sul da França ajudando o namorado Chaz na organização de casamentos num castelo do século XVII e Lizzie não hesita em embarcar num trem para o lindíssimo Château Mirac, que é de um amigo de Chaz, que (sem or) é um gato. Mas é claro que com a habilidade incrível da Lizzie de não saber fechar a boca ela quase põe tudo a perder, mais uma vez.

Pra falar bem a verdade, eu sofri no começo do livro, não pensei em largar, mas nossa, como a Lizzie é tonga no começo do livro. O Andrew, namorado britânico, é aquele tipo que todo mundo sabe que é canalha menos a Lizzie, tive vontade de dar uns saculejo nessa guria diversas vezes. Mas ainda bem, AINDA BEM, que depois dessa primeira parte a recompensa vem. Assim que ela embarca pra França parece outra Lizzie, outro livro. Acho que porque a gente conhece o Luke. É daqueles garotos que não existem, sabe? Que queremos pra gente e suspiramos, mas sabemos que na vida real ele não existe e se existe tem a famigerada dona, que é a vilã da história e é apenas uma pessoa que tem uma visão distorcida da vida e do dinheiro e ela não se dá tão mal assim, ela tem o fim que procurou.

Tem tudo de clichê que um romance romântico pode ter, mas a gente acaba nem ligando porque a narrativa leve e bem humorada da Meg faz a gente mergulhar na história. E o fato do livro ter mais de 400 páginas não faz dele uma enrolação sem fim, a enrolação amorosa teve o tempo certo. Confesso que pelo título esperava mais fofoca, tipo Sonia Abrão mesmo haha.

É uma leitura diferente de tudo que já conhecemos da Meg, com os livros teen dela, esse é um chick-lit voltado para o público adulto, com o tipo de conteúdo desse público. E ainda é o primeiro de uma série de três livros: A Rainha da Fofoca em Nova York e a A Rainha da Fofoca Fisgada e eu tô doida pra ler os outros dois.

A fofoca é um charme! História não passa de fofoca. Mas o escandalo é fofoca transformada em algo tedioso pela moralidade.

                                                                                          – Oscar Wilde

xoxo

Meu ano em músicas

Se tem uma coisa que eu gosto nessa vida é fazer listas, desde as de supermercado até as wishlist. E antes de ver Gilmore Girls eu me achava estranha por gostar desse tipo de coisa, mas dai ver a Lorelai e a Rory fazendo listas pelos cotovelos, me fez aceitar que eu não sou tão estranha assim haha.

Então, pra fechar o ano, esse ano conturbado, cheio de curvas na pista, eu resolvi fazer uma lista com as músicas que eu mais ouvi esse ano. Vai ter muita música calminha, até porque esse ano pediu, né.

1) Novembro, Daniela Araújo:

2) Ana e o mar, O Teatro Mágico:

3) Ninguém explica Deus, Preto no branco:

4) Romântico anônimo, Renato Vianna:

5) Amei te ver, Tiago Iorc:

6) Meu primeiro amor, Priscilla Alcantara:

7) Abril, Daniela Araújo:

8) Alexandria, Tiago Iorc:

9) Quando fui chuva, Maria Gadú:

10) Amsterdam, Imagine Dragons:

11) Guia-me, Isadora Pompeo:

12) Trem bala, Ana Vilela:

Como se pode ver eu sou uma pessoa bem eclética e bem nacionalista (risos)

E eu vou deixar um poeminha da Marcela Taís, que é o que mais descreve as minhas resoluções pro próximo ano:

Não espere visita para as taças usar

Não espere bençãos para agradecer

Não espere ser rico para ser feliz

Não espere perder para dar valor

Não espere a música para dançar

Não espere elogios para acertar

Não espere as flores para sorrir

Não espere ser servido para servir

Não espere errar para ser aprendiz

Não espere justiça para perdoar

xoxo

Como se parecer com Jesus

As vezes a gente luta tanto pra se parecer com Jesus, sempre fazemos aquela pergunta “e no meu lugar, o que Jesus faria?”. E tentamos coisas absurdas, quando se parecer com Jesus nada mais é do que doar amor, amar o próximo. Eu estava vendo alguns vídeos e cheguei a algumas conclusões facinhas de como chegarmos o mais próximo de nos parecermos com Ele. Ai vai:

 -Para nos parecermos com Jesus nós devemos lutar contra aquilo que Ele lutava aqui na terra, e uma das coisas que Jesus mais combatia era o que? hm? isso meeeesmo: religiosidade. Então, se eu e você queremos nos parecer com Jesus, nós devemos combater a religiosidade. Começando a combatê-la dentro de nós, né. Porque não adianta sair por ai querendo combater a religiosidade do povo se você não combate primeiramente a que está dentro de você. Aquele lance de você se preocupar muito com o cisco no olho do seu irmão enquanto no seu tem uma floresta amazônica

Se você quer se parecer com Jesus lute para não se tornar uma pessoa religiosa, essas pessoas fazem tudo ao contrário do que Jesus faria, pessoas religiosas matam em nome daquilo que elas acreditam, enquanto os seguidores de Jesus querem se parecer com Ele morrem em nome daquilo que acreditam. As pessoas religiosas usam a religião pra conseguir bençãos, conseguir coisas de Deus, mas se eu e você buscarmos nos parecer com Jesus nós teremos o próprio Deus. O que é uma casa própria, um carro novo diante de ter a comunhão com Deus?

A religiosidade nos coloca uns contra os outros… arminiano contra calvinista, protestante contra católico. Até onde eu sei, o meu maior inimigo sou eu mesmo. A nossa luta não é contra carne nem contra sangue, ou seja, não é contra pessoas, a nossa luta é contra o mal, o mal desse século, o pecado que a gente vê por ai mas que a gente vê por aqui dentro de nós também, entendeu? A nossa luta é contra o pecado e muitas vezes o pecado que se instaurou em nós e é quando eu entendo que o seu pecado não é maior que o meu pecado, que eu reconheço que todos nós precisamos da Graça de Deus e é por isso que ao contrário da religião, Jesus une pessoas. Os nossos pecados não nos dividem entre pessoas boas e pessoas más. Na nossa jornada pra se parecer com Jesus a gente entende no caminho que todos nós somos pessoas más e que precisamos da Graça de Deus.

“(…) não temos nenhum credo senão Cristo, nenhuma lei senão o amor, nenhum livro senão a Bíblia.” –W.M.Branham

 -Outra coisa pra você que quer se parecer com Jesus, começa parando de falar que tudo de ruim que acontece é castigo de Deus. Cai um avião com uma banda de forró e morre todo mundo: “castigo de Deus, ué se tivesse cantando pra Deus não tinha caído”, garota de quinze anos é estuprada, estava voltando da balada: “castigo de Deus, isso não teria acontecido se estivesse voltando da igreja” e as inúmeras crianças que são estupradas sendo que as únicas festas que elas frequentam são as festinhas do colégio? Tragédias acontecem, para de dizer que é punição de Deus, a punição já aconteceu: Jesus foi punido naquela cruz no meu lugar, no seu lugar, no lugar da humanidade.

Se você quer se parecer com Jesus não abra a sua boca pra falar frases do tipo “isso que aconteceu com você é porque você não tá bem com Deus, sabe, quando não se tá bem com Deus coisas ruins acontecem”. PARA com isso. Se você abre a sua boca cheia de dente pra falar essas coisas com certeza você não se parece com Jesus. Se você quer se parecer com Ele, para de desejar o mal dos outros, para de desejar a morte dos pecadores. O que Jesus quer é justamente resgatar essas pessoas do sofrimento desse mundo.

 -Você fica chateado #revolts quando não se sente valorizado na sua igreja, se você quer se parecer com Jesus, não se importe por não ser valorizado, porque Jesus não era valorizado. Em Isaias 53 fala que Ele era rejeitado e desprezado pelos homens. Você tá muito chateado por que nunca ouve um obrigado? Não fica chateado, Jesus também não ouviu. Lá em Lucas 17 fala que Jesus curou dez leprosos e quantos vieram dizer “obrigado por ter me curado”? UM! E os outros nove? Hm? Se parecer com Jesus é fazer o certo sem esperar um obrigado, é não se amargurar e se deprimir porque você não se sente valorizado, porque Jesus não foi valorizado e mesmo assim Ele fazia o que era certo, mesmo assim Ele fazia o bem para as pessoas, mesmo assim Ele se importava com o próximo.

Anyway, eu não acho que parecer com Jesus seja algo fácil. Jesus é o cara! Mas me diz, o que você tem feito pra se parecer mais com Jesus?

xoxo

Quem precisa de faculdade de Direito quando se tem How To Get Away With Murder

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Meu sonho: passar as férias viajando, conhecendo uns lugar massa. Minha realidade: ficar de pijama o dia todo vendo série. Não que isso seja ruim, mas esse não era o plano né haha.

Mas é o que temos pra hoje, e já que estamos de férias e temos muita série pra atualizar e pouco dinheiro pra viajar. E vou falar de How To Get Away With Murder, que eu já venho acompanhando há um tempo, que já está na terceira temporada e é escrito pela destruidora de corações, Shonda Rhimes (aham , essa mesma que cê tá pensando, que escreveu Grey’s Anatomy).

A história gira em torno de um grupo de estudantes de Direito e a sua brilhante professora, Annalise Keating (interpretado por, nada mais nada menos, que Viola Davis), que dá aula de introdução ao direito penal ou, como ela prefere chamar: como sair impune de um assassinato (fala da própria).

Eu sou doida por seriados assim, meio de mistério com investigações e afins, e logo no primeiro episódio eu já estava totalmente envolvida com o caso e procurando os culpados (é, nada normal haha).

Cada um dos episódios conta sobre um caso criminal da advogada e, olha, se você gosta de personagens que fazem as coisas direito, você vai gostar dessa mulher. Ela é simplesmente sen-sa-cio-nal. Tem um episódio que a Michaela, uma das alunas dela quando vê ela ganhando um caso, apenas diz: “eu quero ser como ela“. Sente o poder.

Além dos “pequenos” casos, tem um caso maior e misterioso que é o centro da trama e a cada episódio a gente vai descobrindo mais desse caso, mas ele só se resolve nos 45 do segundo tempo e não pense que existe episódio morno, todos tem uma movimentação, uma descoberta de deixar os cabelo em pé.

Annalise é a estrela, mas os outros personagens são tão bom quanto e a gente acaba se apegando a eles (alerta de galã para Frank Delfino). Contamos com a presença de Alfred Enoch (ele fez Harry Potter), no papel do Wes e Lisa Weil (que fez Gilmore Girls), como a Bonnie.

Não tem nada pra reclamar da série ao meu ver, um roteiro impecável que só Shonda consegue fazer, a fotografia sombria completa o enredo da série, enfim, uma obra de arte. E ainda bem que já estamos na metade da terceira temporada, dá pra maratonar em um ou dois dias.

E é isso ai

xoxo

P.S.: Essa é a minha segunda graduação na Universidade Shonda Rhimes haha

It’s trend: alcinha sobre t-shirt

OMG!!! Eu estou me sentindo de volta aos anos 90, com a diferença de que agora eu  tenho idade pra usar peças fashionistas e não as roupas que a minha mãe escolhia pra mim haha. Mas o fato é que o que era tendência no fim do século passado voltou com tudo nesse ano e (ainda bem) promete ficar por um bom tempo e nós só temos motivos pra comemorar, pois não tem nada mais legal que usar uma choker com um cropped e, sem contar, as nossas amadas peças jeans e as de couro.

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Mas o que eu mais gostei de tudo isso ai, é a volta da t-shirt por baixo de peças de alcinha. Sério, isso é muito legal. Dá uma super versatilidade para as nossas roupas que acabam ficando encostadas lá no guarda-roupa. Dá pra atualizar e combinar muito: com t-shirts básicas até às camisas mais sofisticadas, ir do estilo street até o mais formal. Juro, não tem como dar errado se até Cher Horowitz usou 😉

Com tênis branco (que é o trend do momento) deixa o look mais despojado do que já é, mas a sobreposição pode ficar bem elegante se combinada com sandália e scarpins, tudo depende do momento ou só do seu momento (hmmm isso ficou profundo). Let’s go looks:

Não tem como não amar, porque uma vez amada sempre amada. 

Arrazem!

xoxo