O que Orgulho e Preconceito me ensinou

Mais de duzentos anos desde o seu lançamento e ainda continua nos ensinando a ser forte e independente como Elizabeth Bennet e suspirar com o nosso eterno crush, Mr. Darcy, que é aquela pessoa que desafia a gente no mesmo tanto que desafiamos a ele, aquela pessoa que nos obriga a crescer e a ver o mundo de outra perspectiva.

E é por isso que o romance de Jane Austen é tão incrível e atravessa gerações, porque apesar de todo mel, o tal do empoderamento feminino tá ali, escondidinho, no meio do conservadorismo dos idos de 1813. Elizabeth é muito clara quando nos ensina que casar só quando estiver perdidamente apaixonada… ou amar ardentemente!

1 Quando alguém falar que você é “tolerável”…

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… você deixa a pessoa falando sozinha e vale também para quando tentarem te diminuir. Até porque, você não é obrigada a nada né.

2 Tudo bem se você tiver um gosto diferente

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A diversidade tá ai pra isso e o bom é que sempre vai existir aquela pessoa que concorda com você e que também prefira uma tarde na livraria à uma noite de dança.

3 Nós só precisamos de foco, força e fé

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Pode falar o que quiser de Mr. Darcy, mas jamais diga que ele não é determinado. Mesmo não demonstrando e colocando os seus sentimentos em dúvida (por nós também), ele não desistiu de cara.

4 Relacionamentos à distância são uma droga

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Mas se você quiser de verdade, eles funcionam. Cada um tem a sua opinião a respeito, mas, por experiência própria, eles machucam hein, e o reencontro é uma das melhores coisas do mundo, a gente passa a valorizar o tempo disponível.

5 Não ser tão radical

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Algumas coisa ditas em voz alta são fortes demais. A não ser que você esteja em um romance do século XIX, um “nunca mais” pode ser facilmente substituído por um “eu vou te dar um tempo pra você pensar.

6 Mas as vezes, poucas palavras podem sim resolver o assunto

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Claro que elas são as mais difíceis de dizer, mas são sempre as que mais valem a pena, um “te amo” ou um “me perdoe” pode dar fim as noites de insônia.

7 E no fim, a verdade é uma só

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Somos todos tolos no amor e na vida: eu, você, a Elizabeth, a sua amiga, sua vizinha…

xoxo

Trilha sonora de Como Eu Era Antes de Você

Eu acabei de sair da sala de cinema e ainda não estou conseguindo respirar. Poucas vezes filmes de romance me tocam de verdade, e não é porque eu não sou sensível… na verdade, eu sou até demais. Mas só que mais do que uma história de amor, Como Eu Era Antes de Você mostra pra gente que se tem uma coisa nessa vida que é inevitável é o fim. Tudo algum dia termina. Pessoas vem e vão e nem um fim, ou uma despedida, deve vir antes de você. Algumas pessoas são destinadas à nossa vida apenas para nos lembrar que o que te faz seguir em frente são as grandes lições que tiramos de cada encontro.

Mas eu quero falar sobre a trilha sonora do filme, que, mesmo que o filme se garanta por si só, fez o papel de me emocionar de um jeito, que “ceis” nem faz ideia. Pra quem prestou atenção no filme deve ter percebido que o queridinho Ed Sheeran teve duas músicas (e não vou negar: cantei as duas sem errar a letra haha) e o grupo mais incrível do mundo, Imagine Dragons, fez uma música exclusiva pro filme (que eu já adotei pra minha vida). Além deles, The 1975, ClovesX Ambassadors colocam MAIS emoção no longa. Vou colocar algumas aqui me deixaram comovida rs.

Começaremos, com Ed Sheeran, que se tivessem colocado o cd todo dele eu não acharia ruim: Photograph é uma das músicas mais lindas dele e logo em seguida vem Thinking Out Loud, que também está na trilha sonora do filme:

Então temos X Ambassadors com a música Unsteady, que é uma banda de rock alternativo estadunidense, e na hora que essa música começou eu já sabia que queria ela na minha vida:

Cloves ganhou meu coração no momento em que me fez chorar haha eu tinha conseguido segurar as lágrimas até então, mas Don’t Forget About Me mexeu muito comigo:

E por último, porque se não vai ficar muita música, a minha banda preferida: Imagine Dragons, com Not Today, que cai como uma luva pro filme, com uma letra impecável:

A trilha sonora foi composta por Craig Armstrong, e ele já levou o Globo de Ouro de Melhor Trilha Sonora em Moulin Rouge! É mole…

Mas não existe nada melhor do que ir no cinema ver e sentir as músicas: this is the best feeling!

“Você só vive uma vez. É sua obrigação aproveitar a vida da melhor forma possível.”

xoxo

O Regresso: uma luta de sobrevivência e vingança

Faz um tempão que eu estou tentando escrever sobre esse filme e, sinceramente, a única coisa que me vem a mente pra descrever é: “QUE FILME INCRÍVEL!”. Eu não sei que poder é esse que o Iñárritu tem que faz uns filmes pra gente roer as unhas. E sem contar na excepcional atuação do DiCaprio. Daí juntou os dois e saiu esse filme que tem doze indicações no Oscar.

Leonardo DiCaprio interpreta o forasteiro Hugh Glass, que faz papel de guia para americanos caçadores numa região perigosa e nenhum pouco amistosa nos Estados Unidos de 1820 (essa é uma informação importante, porque faltou um pouco de contexto histórico no filme). E logo de início já temos uma cena de ação meticulosamente ensaiada e toda em plano-sequência, o que faz com que Emmanuel Lubeski caminhe para o seu terceiro Oscar seguido e mostrando do que o filme é capaz.

Depois de ser atacado por um urso, Glass fica seriamente ferido e é deixado à própria sorte pelo “companheiro” John Fitzgerald (e eu vou abrir um parêntesis aqui pra comentar a atuação do Tom Hardy. Enquanto o personagem do Leo exigia mais interpretação física e expressões emocionais, Hardy fez um papel com mais texto e um personagem complexo e faz a gente pensar no que significa ser coadjuvante num filme). Glass, no entanto, luta pra sobreviver com o único objetivo de ir atrás de Fitzgerald e ter a sua vingança.

Uma coisa que eu achei muito interessante, é que em alguns momentos o diretor faz a câmera ser notada, seja com gotas de água ou sangue ou até com a própria respiração do protagonista. A luta pela sobrevivência é parte importante da história, mas a poesia visual é impactante, com cenas absurdamente brutais e realistas, algumas até de fazer se revirar na poltrona, mas mesmo assim bela.

O Regresso é uma obra intensa, envolvente e deslumbrante. Possivelmente uma das melhores dos últimos tempos. Se o DiCaprio não levar o Oscar, quem vai ser perdendo é o próprio Oscar

Deem o Oscar pra esse homem!

xoxo

Você acredita na cruz de Cristo?

Hoje eu quero falar de um filme que estreou lá em setembro e eu não entendo até agora porque não fui ver no cinema… Mas enfim, o filme “Você Acredita?” é muito edificante. Sabe quando alguém dá um testemunho na igreja e você sente o seu coração aquecer? Então, foi isso que eu senti vendo esse filme.

Dos mesmos criadores de Deus Não Está Morto, esse filme busca mostrar o poder restaurador do sacrifício de Cristo na Cruz e a importância de compartilhar essa mensagem de salvação. E mais do que uma pergunta vazia e uma resposta monossilábica, expõe tudo o que acreditar na cruz significa. Até mesmo quem pensa estar mais apto para responder se vê num momento de estremecimento diante da pergunta: “Você acredita na cruz de Cristo?” E ensina não apenas o valor de acreditar, mas a sermos menos egoístas e mais humanos.

Quem arriscaria a sua própria vida para salvar a vida de alguém que acabou de lhe prejudicar?“, essa é uma das falas do filme e nós temos o maior exemplo disso: Jesus. Ele morreu para salvar o mundo que o mandou para a cruz. E nós, enquanto seguidores Dele, deveríamos fazer o mesmo, mas…

Toda a história é construída na ideia de que todos nós temos motivos para não acreditar e até culpar a Deus por nossos problemas, mas mostra a grande recompensa de acreditar Nele e nos Seus planos para a nossa vida. Dá vontade de aplaudir o filme inteiro rs. Como eu disse no começo, nada como um relato para avivar a fé, para nos trazer mais perto da cruz de Cristo.

Em Você Acredita? a gente vê os questionamentos vindo a todo momento. Sabemos o que é certo a se fazer e por que não fazemos? Não se trata apenas de professar, mas de viver a fé em Jesus plenamente. E nesse filme, vai entender que acreditar não está em dizer “sim, eu acredito“, mas em demonstrar.

Em sua carta aos Gálatas, o apóstolo Paulo escreveu no capítulo 06: “Mas longe de mim gloriar-me, a não ser na cruz de nosso Senhor Jesus Cristo, pela qual o mundo está crucificado para mim e eu para o mundo.”

Não tenha vergonha de professar o seu amor à Cruz de Cristo nem de demonstrar isso. Em todos os momentos a nossa fé é testada e o que as nossas ações têm respondido? Mostre ao mundo que o sacrifício de Jesus é o poder de redenção.

Olhe esse trailer, minha gente!

Fiquem na paz.

xoxo

Todo mundo tem seu milagre

AAAAAAAHAHAHAHA eu tô tão animada!!!! Fui assistir Paper Towns ontem e estou louca pra escrever tudo pra vocês, tudo que não seja spoiler, é claro.

Para os que não fazem a menor ideia do que eu estou falando, Cidades de Papel é a adaptação cinematográfica do livro do consagrado escritor John Green, aham isso ai, o mesmo que escreveu A Culpa é das Estrelas. Protagonizado por Nat Wolff e Cara Delevingne, o filme se passa em Orlando e conta a história de Quentin Jacobsen, um garoto nerd e gente fina com uma paixão platônica pela sua vizinha e amiga de infância Margo Roth Spiegelman.

Apesar de serem vizinhos, ao longo dos anos Margo e Q se afastam, ela se torna a popular no colégio e ele só um nerd apaixonado. Mas tudo muda quando ela aparece na janela de Q, no meio da noite pedindo para ele ser seu motorista num plano de vingança, muito bem elaborado, por sinal. E apesar de ser todo certinho, ele topa. E essa se torna a melhor noite da vida dele.

No livro são onze coisa que eles fazem, mas no filme os roteiristas diminuíram pra nove. Por exemplo, no livro os dois vão ao SeaWorld, mas no filme não existe essa cena, isso aconteceu porque o filme “Blackfish – Fúria Animal” tinha feito as pessoas repensarem no parque como um cativeiro, então se a cena estivesse no longa as pessoas possivelmente boicotariam o mesmo e teria uma baixa nas bilheterias (o que é uma pena, pois a cena do SeaWorld é sensacional), porém isso não muda em nada o curso das coisas.

Depois de uma noite incrível, Margo some do mapa, literalmente falando, mas não sem deixar pistas. E com a ajuda dos amigos, Q embarca em um tipo de road trip para desvendar o mistério chamado Margo Roth Spiegelman.

Apesar de todo o mistério envolvendo a vizinha maluquinha, a essência tanto do livro quanto do filme é a importância da amizade. E Nat Wolff, Austin Abrams e Justice Smith formam o trio da amizade mais doida e bonita que eu já vi e me lembro – dá até vontade de ser amiga deles haha.

A diferença entre o filme e o livro vai além das gordurinhas extras queimadas para que o filme flua melhor. O romance de Radar e Angela é bem mais explorado. Há um coadjuvante que se destaca e este é Ben (igualzinho Nat como Isaac em ACDE). E ah, o final não é o mesmo do livro, mas escrever isso seria spoiler e eu prometi que não faria isso. Foi uma aposta arriscada dos roteiristas, até porque o livro é sucesso de vendas, mas também o fator surpresa é o grande diferencial (afinal surpreender é o que Mr. Green faz de melhor). Em uma transição de texto para imagem, muitas coisas são perdidas, mas Cidade de Papel mostra que também há ganhos. Dois dos momentos mais engraçados, uma cena que envolve um sotaque estranho e outra que tem a ver com Pokémon, por exemplo, não foram descritos na obra original. O que é uma distância do livro mas se aproximando da essência do autor.

Margo não era um milagre, não era uma aventureira, era apenas uma garota.

Ben e Radar

John Green realmente tem o dom de fazer personagens masculinos extremamente fofos e Quentin Jacobsen com certeza faz parte dessa lista. E agora, mais do que nunca, já que o rosto de Nat Wolff está fixada nele haha é impossível desassociar.

Pra quem não assistiu ainda, quando forem ver – se forem ver – se atentem pra esta imagem ai de cima, é uma cena surreal. Não vou dar spoiler, mas garanto que a parte feminina da sessão suspirou alto haha. Eu fiz exatamente a cara deles!

Enfim, pra finalizar, depois de um post gigantesco,o filme faz jus ao título que eu dei de segundo mais aguardado do ano (porque o primeiro é A Esperança – O Final). Cultura pop, road movie, mimimi de adolescente classe média, ritos de passagem, qual o sentido da vida… Um clichê à lá Mr. Green.

What a treacherous thing to believe that a person is more than a person.

Arrisquem-se

xoxo

“Nós sempre soubemos que esse dia chegaria”

Hoje eu vim aqui rapidinho, antes que acabe o tempo e não dê pra ver o filme. Siiim, vim falar sobre um filme que ainda está em cartaz… e minha gente, é filmaço. Os haters de plantão irão dizer que é um filme clichê, que tem muitos efeitos especiais, mas quem nunca gostou, ao menos uma vez disso, que atire a primeira pedra.

Na nossa sempre linda tradução: Terremoto A Falha de San Andreas. Um terremoto atinge a Califórnia e faz com que Ray (Dwayne Johnson), um bombeiro especializado em resgates com helicópteros, tenha que percorrer o estado ao lado da ex-esposa Emma (Carla Gugino) para resgatar a sua filha Blake (Alexandra Daddario), que tenta sobreviver em São Francisco com a ajuda de dois jovens irmãos.

Se você ainda não sabe, eu vou dizer: San Andreas é uma das regiões mais instáveis do globo. Ela está na costa oeste dos EUA, próximo a Los Angeles e São Francisco, bem no encontro de duas placas tectônicas que estão em constante movimento, mas na maior parte do tempo estes movimentos são imperceptíveis na superfície. Porém, a cada 150 anos, mais ou menos, estes eventos geológicos tem repercussões maiores, e acontece o que conhecemos por terremoto (fim da aula de geografia). No filme, isso tudo ai é relatado por um cientista que é professor e que prevê o tamanho da catástrofe pouquíssimo tempo antes de acontecer. O ator Paul Giamatti, oferece ao seu personagem, Lawrence, autoridade suficiente para que seus relatos soem alarmantes, e após transmitir seu alerta em rede nacional, começa um legítimo ‘salve-se quem puder’.

 Um típico filme catástrofe, sem novidades, sem reviravoltas, no qual os protagonistas são simplesmente peças em um tabuleiro que não podem influenciar, já que toda ação acontece independente deles.

                                                                             -CineClick

Assim que terminou o filme, eu me perguntei por que raios Los Angeles não afundou. O filme fala sobre o maior terremoto já registrado na história, que ainda vai acontecer, porque os cientistas sabem que vai acontecer, mas ai eles hasteiam a bandeira dos Estados Unidos e falam sobre recomeço.

Fico imaginando as palavras do irmão Branham: “Eu me lembro, justamente minha última Mensagem na Califórnia, aonde eu pensei que nunca voltaria, onde eu predisse: “Los Angeles irá para debaixo do oceano. ASSIM DIZ O SENHOR.” Irá. Ela está acabada. Ela está escavada pela água. Ela está terminada. Em que hora? Eu não sei quando, porém ela será afundada. Imediatamente depois daquilo, os terremotos começaram a sacudir e a arquear (…) Eu disse: “O juízo cairá sobre a Costa Oeste.” Dois dias depois daquilo, o Alasca quase afundou. Lembre-se, aquele mesmo Deus que disse aquilo, disse: “Los Angeles está condenada (…) Oh, cidade, que te chamaste pelo nome dos Anjos, Los angeles, como te ergueste até o céu! A própria raiz e trono de satanás, veja, tu te ergueste.”

Mas pra nós que sabemos disso ↑ o filme é mais um refresco de memória do que um entretenimento.

“We always knew this day would come.”

xoxo

Avengers: Age of Ultron

Ainda estou sob o efeito de Ultron haha. Gente, nem sei o que dizer sobre este filme. Pra mim não faltou nada, nenhum personagem mal explorado, nenhuma cena mal feita. Se eu pudesse fazer uma resenha apenas com uma palavra seria: SURREAL.

Visando proteger o planeta de ameaças, como as vistas no primeiro filme, Tony Stark busca construir um sistema de inteligencia artificial para trazer ao mundo a paz. Mas nem tudo sai como o planejado e daí surge Ultron.

Capitão América (Chris Evans), Thor (Chris Hemsworth), Homem de Ferro (Robert Downey Jr.), Viúva Negra (Scarlett Johansson), Hulk (Mark Ruffalo) e Gavião Arqueiro (Jeremy Renner) terão que se unir mais uma vez para salvar o planeta de um inimigo que “eles mesmos criaram” (porque, tecnicamente, a culpa é do Stark).

Diferente do primeiro filme, que mais foi uma introdução, assim como todos os filmes baseados em HQ’s, as primeiras cenas já começam com muita ação, logo de cara a gente é jogado dentro de um campo batalha, e já ficamos sabendo os dois lados da guerra.

Ultron era um projeto do Tony, como já disse, um sistema de inteligencia artificial, mas quando este ganha vida própria e, com essa inteligencia, vê a salvação do planeta diretamente ligada à destruição dos Vingadores.

O filme é longo (2h22), mas com cenas muito bem distribuídas, sem ficar cansativo e ainda colocando cenas boas para todos os personagens, que não são poucos, inclusive para os novatos Pietro Maximoff/Mercúrio (Aaron Taylor-Johnson) e Wanda Maximoff/Feiticeira Escarlate (Elizabeth Olsen).

E algumas coisas não mudam mesmo: Tony Stark ainda é o engraçadinho da turma. Banner é angustiado e tem seu lado verde destrutivo. Mas a novidade é que o Clint Barton/Gavião Arqueiro e Natasha Romanoff/Viúva Negra ganharam mais espaço, suas histórias  são mais exploradas. Thor e Capitão América continuam muito bem, obrigado, e ainda protagonizam algumas cenas ótimas de humor.

Nem sei como consegui falar tanto. Mas se você não assistiu ainda, está perdendo tempo. Eu não sei se é porque eu sou bem doidinha por super heróis, mas é incrível.

E só pra morrer de vontade, dá uma olhada no trailer, só isso já compensa o ingresso:

E, se acontecer alguma coisa, chamem a Verônica (entendedores entenderão).

xoxo